Eu canto e conto historias de alegrias ou de tristezas nesse mundo singular em que nós vivemos. Na melodia já contei nuvens e hoje estou a procurar pedaços de proza que bailam ao som do frevo silencioso e quando eu consegui juntar vou usar uma alquimia antiga que aprendi com os tupis em minha tranposição cerebral... foi quando eu construir afluentes em meu canal principal, regando as várias áreas ignoradas da mistura racêmica que é a vida, os índios me disseram que cada fá que ecoa sem dó em nossos tímpanos faz a concentração se desconcertar e transforma-se em ferro de bigorna batida e com essa transformação posso seguir na minha construção poética do caos em proza. com minha companheira.. sigamos-nos !
Eu sou eu, um tupi caucasiano.
Matheus Magalhães
"Vou imitar-te, no que for bom."
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